Uma aula divertida é necessariamente uma boa aula? O papel da intencionalidade pedagógica na educação bilíngue

Na educação infantil, brincar é essencial para que as crianças explorem o ambiente, desenvolvam habilidades, estabeleçam relações e compreendam o mundo. Jogos, músicas, histórias e atividades artísticas têm, por isso, um lugar importante na rotina escolar. Mas uma pergunta merece a atenção de professores, coordenadores e gestores: uma atividade divertida é necessariamente uma atividade que promove a aprendizagem que desejamos?
Nativos digitais ou analfabetos digitais? O que estamos deixando de ensinar às novas gerações

Crianças e adolescentes crescem cercados por telas. Usam celulares, navegam por aplicativos, assistem a vídeos e compartilham conteúdos desde muito cedo. Essa familiaridade leva muitos adultos a considerá-los especialistas em tecnologia. Mas será que saber usar um celular significa, de fato, saber usar a tecnologia? Em uma sociedade cada vez mais conectada, precisamos refletir: estamos […]
O impacto de um professor e a importância de quem caminha ao seu lado

Celebrar o Dia dos Professores é reconhecer o trabalho de quem planeja, orienta e desperta a curiosidade dos alunos. É também valorizar as parcerias que contribuem para a formação docente e para a qualidade da educação.
ENEM: como usar estratégias de leitura para acertar as questões de inglês

Você já sabe que não precisa traduzir cada palavra de um texto em inglês para conseguir responder às questões do ENEM. Mas, agora que a prova se aproxima, surge uma pergunta ainda mais importante: como transformar esse conhecimento em estratégia na hora da prova?
Inclusão além da matrícula: quando o aluno realmente faz parte da sala de aula?

Nos últimos anos, o número de estudantes que fazem parte do público da Educação Especial matriculados em classes comuns aumentou significativamente no Brasil. De acordo com o Censo Escolar, entre os estudantes de 4 a 17 anos público da Educação Especial, o percentual de matrículas em classes comuns passou de 93,2% em 2020 para 95,7% em 2024.
Se um pai visitasse sua escola hoje, o que ele veria?

Imagine que um pai visite sua escola hoje, sem uma apresentação preparada, sem uma reunião com a coordenação e sem alguém explicando a proposta pedagógica ou mostrando os materiais utilizados. Ele simplesmente chega e começa a observar. O que ele ouviria? O que ele veria? O que ele perceberia ao circular pelos espaços, conversar com os profissionais e entrar em uma sala de aula? Ele encontraria uma escola realmente preparada para uma proposta bilíngue?
It’s okay to make mistakes: o poder de uma sala de aula onde todos podem tentar

Setembro Amarelo nos convida a falar sobre algo que vai muito além de uma campanha. Falar sobre saúde emocional também é falar sobre escuta, acolhimento, pertencimento e sobre a maneira como construímos os espaços nos quais crianças e adolescentes passam boa parte de seus dias.
Na hora da rematrícula, o que realmente importa?

Todo ano, quando chega o período de rematrícula, as escolas começam a pensar em campanhas, condições comerciais, comunicação com as famílias e estratégias para aumentar a renovação. Tudo isso é importante, mas existe uma parte da rematrícula que acontece muito antes de qualquer campanha: ela acontece todos os dias, dentro da sala de aula.
Seu professor está motivado ou apenas dando conta da rotina?

Quando falamos sobre qualidade educacional, é comum olharmos para o currículo, os materiais, as metodologias, os resultados dos alunos e as tecnologias utilizadas em sala de aula.
7 atividades para usar IA e promover aprendizagem

A inteligência artificial já faz parte do cotidiano dos nossos alunos. Ignorar essa realidade não fará com que ela desapareça da sala de aula.